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sábado, 27 de abril de 2013

Projeto de literatura infantil na educação infantil


TEMA: CONTOS E HISTÓRIAS     
DURAÇÃO: TODO ANO LETIVO
PROFESSORA: MARIA DE FÁTIMA SILVA PAULO
SÉRIE: JARDIM I

JUSTIFICATIVA
Nesta faixa etária, as crianças encontram-se na fase do realismo imaginário, onde pensam que a imitação representa a realidade. Para elas, as coisas são vivas e dotadas de intenções e sentimentos.
Aproveitando também, que nesta fase as crianças apresentam maior capacidade de concentração, fixam como ouvintes, e conquistam sua própria linguagem, senti a necessidade de montar este projeto abrangendo contos e histórias como: O lobo e os cabritinhos, Uma babá para os ursinhos, O sapo encantado etc., acreditando que o conto deve ser prazeroso e não repetitivo e mecânico, de forma que nos permita viajar em outro mundo proporcionando momentos de risos, novos conhecimentos e sonhos.

OBJETIVO GERAL
Proporcionar momentos de prazer através da leitura, ampliando vocabulário e a organização de pensamentos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Confrontar realidade e fantasia;
Aguçar o prazer pela leitura;
Desenvolver a linguagem oral e a capacidade de ouvir;
Organizar idéias e pensamentos;
Ampliar o vocabulário;
Estimular a criatividade.
DESENVOLVIMENTO
Rodinha para conversa informal, troca de idéias e análise de conhecimentos prévios;
Apresentar livro para os alunos – manusear e conhecer a história;
Dramatização e registro feito pelas crianças através de desenho e oralmente;
Lista de personagens;
Trabalhar linguagem oral e escrita;
Exploração dos personagens e modelagem dos mesmos;
Montagem de livro contendo as histórias trabalhadas.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Conversa informal sobre histórias que gostam;
Cuidado com os livros;
Falar sobre autor e ilustrador de cada livro;
Ler a história;
Debate sobre a história;
Reprodução coletiva da história;
Desenho livre;
Modelagem dos personagens.

INTERDISCIPLINARIDADE E CIDADANIA
LINGUA PORTUGUESA
Vocabulário, linguagem oral e escrita.
MATEMÁTICA
Formato, cores, quantidade e textura.
CIÊNCIAS NATURAIS
Animais e higiene.
ARTES
Desenhos, pintura, modelagem e dramatização.
CIDADANIA
Socialização
RECURSOS
Livros;
Diferentes tipos de papel;
Cola branca e colorida;
Lápis de cor, giz de cera;
Tesoura;
Massa de modelar;
Tinta guache;
CD’S

PESSOAL ENVOLVIDO
Alunos do Jardim I;
Professora e demais funcionários da Unidade;
Pais e familiares dos alunos.

AVALIAÇÃO
Acontecerá no decorrer do projeto de acordo com a participação dos alunos.

SUGESTÃO DE HISTÓRIAS E CONTOS
O LOBO E OS CABRITINHOS;
UMA BABÁ PARA OS URSINHOS;
O NASCIMENTO DA BORBOLETINHA;
A CASINHA DO BODE;
O SAPO ENCANTADO;
COMO A ZEBRA FICOU LISTRADA.
Crédito a utora: Maria de Fátima Silva Paulo Pedagoga e Professora pós graduada em psicopedagogia da PMC.


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professores apaixonados

Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo.
Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato.
Apaixonar-se sai caro! Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria.
Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro.
Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração.
Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.
A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.
* Gabriel Perissé é Mestre em Literatura Brasileira pela FFLCH-USP e doutor em Filosofia da Educação e doutorando em Pedagogia pela USP; é autor dos livros "Ler, pensar e escrever" (Ed. Arte e Ciência); "O leitor criativo" (Omega Editora); "Palavra e origens" (Editora Mandruvá); "O professor do futuro (Thex Editora). É Fundador da ONG Projeto Literário Mosaico ; É editor da Revista Internacional Videtur -Letras (www.hottopos.com/vdletras3/index.htm); é professor universitário, coordenador-geral da ong literária Projeto Literário Mosaico: www.escoladeescritores.org.br)